Dieta Dukan

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O Dieta Dukan Clássica é estruturada em quatro fases, duas para emagrecer  (Ataque, Cruzeiro) e duas para estabilizar o Peso Ideal (Consolidação e Estabilização). Com o Acompanhamento Online, você será guiado e acompanhado desde o primeiro dia até consolidar o seu peso ideal. São quatro fases que vão desde a mais forte, rigorosa e motivadora, até a mais aberta, flexível e estabilizadora. Estas quatro fases, progressivamente, levam ao objetivo desejado: perder peso de forma rápida e natural, evitando o efeito sanfona o a longo prazo.

Fase de Ataque: Uma perda de peso rápida e motivadora, com 66 alimentos ricos em proteínas autorizados para comer à vontade. Essa fase dura de 1 a 7 dias no máximo (para pessoas acima de 20 quilos) e proporciona uma perda de peso de até 5 kg.

Fase Cruzeiro: Acrescenta-se às 66 proteínas, 34 legumes e verduras, somando 100 alimentos liberados na Dieta para consumo à vontade. Essa fase propõe uma perda de peso moderada, em média 1 kg por semana, até atingir o Peso Ideal.

Fase de Consolidação: Acrescenta-se aos 100 alimentos, frutas, pão integrais, queijos, carboidratos e o conceito de Refeição de Gala. É a fase de reedução alimentar, que dura 10 dias por peso perdido para impedir o efeito sanfona. Por ex. para uma perda de 10 quilos nas duas primeiras fases, a Consolidação vai durar 100 dias.

Fase de Estabilização: Alimentação livre. Aqui nada mais é proibido, porém é obrigatório seguir  três regras simples para o resto da vida: a quintas -feira Proteica, 3 colheres de sopa de farelo de aveia por dia e  20 minutos de caminhada diária + abandono para sempre dos elevadores.

A dieta tem quatro fases.

A dieta tem quatro fases.

Fonte: www.dietadukan.com.br

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Preciso cortar tudo para emagrecer?

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É muito comum ouvirmos que, para perder peso, é preciso eliminar, de uma vez por todas, todos os alimentos ricos em açúcares e gordurosos. Contudo, de acordo com o endocrinologista e nutrólogo, Joffre Nogueira Filho, a restrição alimentar e a generalização no tratamento são os grande vilões daobesidade.

“O paciente a ser tratado é como um pacote que vem cheio de vícios, alterações dehumor, estilo de vida, escorregadas na dietaetc”, explica o especialista. “Temos de tratar esse pacote como ele é. Não adianta acreditar que desta vez ele irá resistir à tentação se em todas as outras vezes não conseguiu. Não adianta fazer de conta que ele vai conseguir passar o resto da vida comendo grelhados e salada.”

Na visão do nutrólogo, o segredo para o sucesso no tratamento de emagrecimento é saber respeitar e encarar as dificuldades de cada pessoa. Simplesmente tirar tudo o que ela ingere habitualmente – por fatores psicológicos ou hipotalâmicos (opções que não conseguimos parar de comer) – é o primeiro passo para o fracasso. “Por isso, um procedimento eficaz visa encontrar o equilíbrio na vida de cada paciente. Ele pode continuar comendo aquele brigadeiro, mas para isso buscamos outras compensações, como uma dieta com aporte correto de fibras que consiga diminuir a velocidade de absorção dos carboidratos”, conta.

Nogueira lembra que é importante investigar as alterações que fazem com que a pessoa engorde. Medicamentos, variações hormonais, problemas intestinais, entre outros, podem ser os responsáveis pelo ganho de peso. Existem também algumas causas cerebrais, como a síndrome do comer noturno, a disfunção cerebral mínima, enxaquecas e até o “deja vú” – sensação de já ter vivido alguma situação.

“Tenho a convicção de que os pacientes que vem ao consultório fazem tudo o que é possível para atingirem o peso desejado. Todos sabem o que engorda e ‘pensam que sabem’ o que deveriam fazer para serem mais magros. A obesidade, no entanto, é uma doença, o tratamento deve ser com um profissional especializado e não pode mais ser encarada apenas como uma falha de caráter”, afirma o especialista.

Por fim, Nogueira garante que se a dieta recomendada por um especialista não estiver dando certo, a culpa não é do paciente, mas, sim, da própria dieta – que precisa ser alterada imediatamente.

  Fonte: Sua Corrida

Dieta restritiva: o outro lado da moeda

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Pessoas que querem perder peso são capazes de qualquer coisa para alcançar este objetivo. Muitas vezes, acabam adotando uma dieta restritiva, que, literalmente, elimina alguns tipos de alimentos da rotina alimentar. O resultado pode até ser satisfatório em um primeiro momento, mas há o outro lado da moeda.

“Quando fornecemos ao organismo muito menosenergia do que ele necessita, o corpo entende que corre risco de morrer por inanição (grande debilidade ou fraqueza por falta de alimento) e, portanto, precisa se proteger”, explica Alessandra Luglio, nutricionista esportiva do Instituto de Prevenção Personalizada. “Isso se dá com a diminuição gasto calórico em todas as atividades que realizamos, inclusive nas mais básicas, como respirar, pensar e falar.”

Segundo a especialista, manter o corpo neste modo Stand By pode trazer uma série de problemas que reverterão o efeito da dieta. Ela listou quatro:

  1. Apetite descontrolado
    “Quando se fica muito tempo sem comida, chega uma hora em que não dá para segurar o apetite. Há uma queda na taxa de glicose no sangue (hipoglicemia), que traz uma vontade quase incontrolável de comer”, comenta. Existe uma ação hormonal que induz a isso: a redução da leptina, o hormônio da saciedade, e o aumento da grelina, o hormônio da fome. “Juntos, eles levam à compulsão e, mais grave, abrem as portas das células de gordura para que essas calorias sejam armazenadas mais rapidamente”, relata Alessandra. Portanto, o ganho de peso é uma das consequências.
  2. Desperdício do treino
    Mesmo que você continue treinando (ou comece a se exercitar) durante essa dieta, seu rendimento será muito baixo e, provavelmente, faltará energia ao longo ou após a atividade – prejudicando, inclusive, a regeneração muscular. “Quando está em hipoglicemia, o corpo faz uma triagem e destina a pouca energia que resta às funções vitais, como a respiração, e não sobra nada para os músculos.” Com isso, a pessoa pode sentir tonturas durante a atividade.
  3. Imunidade comprometida
    Com a restrição na dieta, acontece a queda do consumo de nutrientes. Dependendo das escolhas alimentares que a pessoa fizer, a saúde pode ser afetada. “Quando levamos em consideração somente as calorias que consumimos, e não o aporte geral de nutrientes, escolhemos os que nos fornecem menos calorias com mais sabor, deixando de lado a necessidade de ingerir vitaminas, minerais, fibras, além dos, hoje tão famosos, compostos bioativos, presentes nos alimentos que exercem funções de grande importância para a manutenção da saúde”, relata a nutricionista.
  4. Falta de concentração e baixo rendimento cerebral
    A má alimentação deixa o raciocínio mais lento, atrapalha a memória e influencia nos reflexos das pessoas. “A glicose é a única fonte de combustível da mente. Quando a taxa dela cai no sangue, a pessoa tem dificuldade de memória, déficit de atenção, irritabilidade, tonturas e até dor de cabeça.”

Fonte: Sua Corrida